n a m e 	 v a l u e 	 c o m m e n t 
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 i t e m   0 	 0 . 0 	 n a  v e ,    q u o t e d    0 
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 i t e m   1 	 1 . 5 	 n a  v e ,    q u o t e d    1 
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 i t e m   2 	 3 . 0 	 n a  v e ,    q u o t e d    2 
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 i t e m   3 	 4 . 5 	 n a  v e ,    q u o t e d    3 
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 i t e m   4 	 6 . 0 	 n a  v e ,    q u o t e d    4 
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 i t e m   5 	 7 . 5 	 n a  v e ,    q u o t e d    5 
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 i t e m   6 	 9 . 0 	 n a  v e ,    q u o t e d    6 
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 i t e m   7 	 1 0 . 5 	 n a  v e ,    q u o t e d    7 
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 i t e m   8 	 1 2 . 0 	 n a  v e ,    q u o t e d    8 
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 i t e m   9 	 1 3 . 5 	 n a  v e ,    q u o t e d    9 
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 i t e m   1 0 	 1 5 . 0 	 n a  v e ,    q u o t e d    1 0 
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 i t e m   1 1 	 1 6 . 5 	 n a  v e ,    q u o t e d    1 1 
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